Temos
certeza por informações em outras partes das Escrituras Sagradas, que o autor
deste evangelho é Lucas, o mais amado dos médicos (Cl. 4:14). Mas quem era
Lucas? As informações que possuímos é que se tratava de um homem nativo de Antioquia,
que não era judeu e este passou a acompanhar o apóstolo Paulo em suas viagens
missionárias até certo ponto e em algumas ocasiões. Lucas acompanhou Paulo à Judéia, no fim desta viagem missionária (At
21:7, 8, 15), e, enquanto o apóstolo estava por uns dois anos encarcerado em
Cesaréia, Lucas acompanhou Paulo na sua viagem a Roma, para este ser julgado
ali. (At 27:1; 28:16) Visto que o livro de Atos abrange eventos a partir de 33
dC até o fim dos dois anos de encarceramento de Paulo em Roma, mas não registra
o resultado do apelo de Paulo a César, é provável que Lucas tenha completado
ali o livro de Atos por volta de 61 dC.
Lucas foi o companheiro de Paulo, e segundo a quase unânime crença da
antiga igreja, escreveu o evangelho que é designado pelo seu nome, e também os
Atos dos Apóstolos.
Ele é mencionado somente três vezes pelo seu nome no N.T. (Cl 4.14 - 2 Tm 4.11 - Fm 24). Pouco se sabe a respeito da sua vida. Têm alguns julgado que ele foi do número dos setenta discípulos, mandados por Jesus a evangelizar (Lc 10.1) - outros pensam que foi um daqueles gregos que desejavam vê-lo (Jo 12.20) - e também considerando que Lucas é uma abreviação de Lucanos, já têm querido identificá-lo com Lúcio de Cirene (At 13.1).
Dois dos Pais da igreja dizem que era sírio, natural de Antioquia. Na verdade não parece ter sido de nascimento judaico (Cl 4.11).
Era médico (Cl 4.14). Ele não foi testemunha ocular dos acontecimentos que narra no Evangelho (Lc 1.2), embora isso não exclua a possibilidade de ter estado com os que seguiam a Jesus Cristo.
Todavia, muito se pode inferir do emprego do pronome da primeira pessoa na linguagem dos Atos. Parece que Lucas se juntou a Paulo em Trôade (At 16.10), e foi com ele até à Macedônia - depois viajou com o mesmo Apóstolo até Filipos, onde tinha relações, ficando provavelmente ali por certo tempo (At 17.1).
Uns sete anos mais tarde, quando Paulo, dirigindo-se a Jerusalém, visitou Filipos, Lucas juntou-se novamente com ele (At 20.5). Se Lucas era aquele ‘irmão’, de que se fala em 2 Co 8.18, o intervalo devia ter sido preenchido com o ativo ministério. Lucas acompanhou Paulo a Jerusalém (At 21.18) e com ele fez viagem para Roma (At 21.1). E nesta cidade esteve com o Apóstolo durante a sua primeira prisão (Cl 4.14 - Fm 24) - e achava-se aí também durante o segundo encarceramento, precisamente pouco antes da morte de Paulo (2 Tm 4.11). Uma tradição cristã apresenta como pregando o Evangelho no sul da Europa, encontrando na Grécia a morte de um mártir.
Ele é mencionado somente três vezes pelo seu nome no N.T. (Cl 4.14 - 2 Tm 4.11 - Fm 24). Pouco se sabe a respeito da sua vida. Têm alguns julgado que ele foi do número dos setenta discípulos, mandados por Jesus a evangelizar (Lc 10.1) - outros pensam que foi um daqueles gregos que desejavam vê-lo (Jo 12.20) - e também considerando que Lucas é uma abreviação de Lucanos, já têm querido identificá-lo com Lúcio de Cirene (At 13.1).
Dois dos Pais da igreja dizem que era sírio, natural de Antioquia. Na verdade não parece ter sido de nascimento judaico (Cl 4.11).
Era médico (Cl 4.14). Ele não foi testemunha ocular dos acontecimentos que narra no Evangelho (Lc 1.2), embora isso não exclua a possibilidade de ter estado com os que seguiam a Jesus Cristo.
Todavia, muito se pode inferir do emprego do pronome da primeira pessoa na linguagem dos Atos. Parece que Lucas se juntou a Paulo em Trôade (At 16.10), e foi com ele até à Macedônia - depois viajou com o mesmo Apóstolo até Filipos, onde tinha relações, ficando provavelmente ali por certo tempo (At 17.1).
Uns sete anos mais tarde, quando Paulo, dirigindo-se a Jerusalém, visitou Filipos, Lucas juntou-se novamente com ele (At 20.5). Se Lucas era aquele ‘irmão’, de que se fala em 2 Co 8.18, o intervalo devia ter sido preenchido com o ativo ministério. Lucas acompanhou Paulo a Jerusalém (At 21.18) e com ele fez viagem para Roma (At 21.1). E nesta cidade esteve com o Apóstolo durante a sua primeira prisão (Cl 4.14 - Fm 24) - e achava-se aí também durante o segundo encarceramento, precisamente pouco antes da morte de Paulo (2 Tm 4.11). Uma tradição cristã apresenta como pregando o Evangelho no sul da Europa, encontrando na Grécia a morte de um mártir.
O grande dom
ou a grande capacidade de Lucas era a facilidade que ele tinha em coletar e
compilar fatos da vida de Jesus Cristo com grande precisão e sabedoria. Ele é
um daqueles escritores que se detém a detalhes preciosos e que podem fazer toda
a diferença em aplicações e para uma compreensão melhor do que lemos a cerca do
Nazareno.
Mas além
disso, este evangelho é o que mais nos fornece informações sobre a necessidade
da oração, e isso leva a crer que ele era alguém que se dedicava muito a esta
arte. Ou também pode relatar que o seu alvo era escrever para uma igreja que
começava a se distanciar do presente da oração. Por exemplo, das quinze
ocasiões em que vemos Jesus orando nos Evangelhos, onze delas são descritas em
Lucas, sem falar dos diversos ensinos de Cristo sobre este assunto.
Não temos
datas precisas sobre nenhuma escritos Bíblicos, só datas próximas, portanto
este evangelho entende-se que foi escrito por volta dos anos 58 a 60 d.C. E o
seu objetivo era que este evangelho estivesse a disposição do público em geral,
principalmente o povo gentio grego, mesmo que a referencia que obtemos é que
tenha sido escrito para Teófilo. Mas é difícil crer que ele tenha escrito este
livro para apenas uma pessoa.
Vemos nesse
evangelho em especial que Jesus nos é revelado
como o tão esperado Messias, o Salvador da humanidade, o amigo dos
pecadores e dos aflitos, O Jesus dos excluídos e dos que sofrem.
*Fontes usadas: bíblia de estudo Palavra Chave, e Wikipédia.

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